Mesmo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) frisando e garantindo direitos às crianças e adolescentes, embora que dê pouquíssima relevância a deveres para a mesma faixa etária, este público, especialmente os pobres e marginalizados continuam muitos desvalorizados e sem visibilidade e importância ainda num resquício histórico medieval, contrastando com o paradoxo neoliberalista contemporâneo que dá “liberdade” enquanto acirra diferenças e impõe limites invisíveis, porém carrascos e cruéis na vida da sociedade e nesta está a criança e o adolescente. E sempre, desde tempos antigos até hoje as crianças e adolescentes, mais cedo ou mais tarde são medidos e taxados pelo grau de capacidade de atuação produtiva seja na família ou na sociedades que vivem. Cito aindo como agravante o abandono da educação, por parte da família, devido ao excesso de trabalho dos pais, ficando assim os filhos à mercê de todo tipo de abuso e violência (física, psicológica, social), inclusive dentro de casa. Embora cause vergonha e preocupação é a realidade da sociaedade hoje. E a culpa disso tudo é de quem? Existem culpados? Ou somos todos inocentes aprendizes a “Ser Humano”? Ou ainda, aprendizes de que somos energia e esta deveria ser “Energia Equilibrada e Harmoniosa” entre todos e tudo o que existe no mundo? Ou vigorará eternamente a lei do mais forte? Cleusa Lago

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